Seja bem vindo! Este espaço foi criado para possibilitar um compartilhamento sobre temas, tais como: gestão da inovação, inovação aberta, escola empreendedora, professores e alunos na era do conhecimento, qualidade no ensino superior no Brasil, gestão contábil, Dengue, lixo e outros assuntos interessantes.
sábado, 10 de outubro de 2009
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
O PAPEL DA INTELIGÊNCIA COMPETITIVA DE NEGÓCIOS NA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA: O ESTUDO DE CASO DA ALCON LABS
A indústria farmacêutica brasileira, com faturamento atingindo a marca de US$ 5,2 bilhões em 2002, ao longo dos últimos anos, vem experimentando alterações profundas em seu ambiente que contribuíram para acirrar a sua competitividade: a abertura econômica e a liberação dos preços dos medicamentos; a aprovação da Lei de Patentes em 1996; a criação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) em 1999 e, principalmente, a promulgação da Lei dos Genéricos regulamentada em agosto de 1999. Além disso, nenhuma empresa isoladamente possui parcela expressiva de mercado, não sendo forte o suficiente para influenciar de maneira significativa o resultado da indústria como um todo. Diante disto, este artigo busca identificar o papel da Inteligência Competitiva de Negócios na indústria farmacêutica brasileira. Para tanto, realizou-se um estudo de caso na Alcon Labs do Brasil, empresa do segmento químico-farmacêutico que figura entre as 50 maiores empresas do segmento. Foram identificadas as principais características de um modelo de Inteligência Competitiva de Negócios, o posicionamento do departamento de inteligência dentro da estrutura empresarial e também os resultados que este departamento vem obtendo juntamente com a área comercial da organização estudada.
Evandro Luiz Lopes
Eloisa de Moura Lopes
Benedita Hirene de França Heringer
Alfredo Passos da Silva
Leonel Cezar Rodrigues
Evandro Luiz Lopes
Eloisa de Moura Lopes
Benedita Hirene de França Heringer
Alfredo Passos da Silva
Leonel Cezar Rodrigues
Assinar:
Postagens (Atom)

