Powered By Blogger

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

III Simpósio de Tecnologia da Fatec Pindamonhangaba

III Simpósio de Tecnologia Fatec Pindamonhangaba - Abertura dia 20.10.2010 com os "Voluntários da Pátria" faça sua inscrição no site www.fatecpindamonhangaba (entrada 1 kilo de alimento). Nos dias 21 e 22 palestras e mini cursos.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Ação Empreendedora

Prof. Henio Fontão e colegas e o livro "Ação Empreendedora", editora gente, 2010, no Domingão do Faustão. Este livro é muito bom!

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Elolopes: Prominp abre 28 mil vagas em cursos gratuitos para...

Elolopes: Prominp abre 28 mil vagas em cursos gratuitos para...: "O Prominp (Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás Natural) abre processo seletivo para preencher 27.915 vagas em cu..."

Veja dez perguntas típicas de um selecionador e saiba como respondê-las

A entrevista de emprego pode ser o maior adversário do candidato na hora de buscar uma recolocação. Neste momento, o nervosismo e o receio de não saber o que responder em determinados questionamentos podem confundí-lo e acabar com suas chances no novo emprego.

Segundo Camila Martins, consultora de recursos humanos da Luandre, no momento da entrevista o candidato deve manter a calma e ter confiança, pois “o seu currículo já foi selecionado entre tantos outros e agora é o momento de mostrar ao entrevistador toda sua competência, tanto pessoal quanto profissional”.

Para a consultora, é importante que o candidato saiba que não há uma receita de bolo para uma entrevista de emprego e nem um script para as respostas certas, mas o candidato pode se preparar para responder algumas questões que geralmente são feitas pelos profissionais de RH.

Prominp abre 28 mil vagas em cursos gratuitos para alunos de escolas públicas

O Prominp (Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás Natural) abre processo seletivo para preencher 27.915 vagas em cursos profissionalizantes com o objetivo de qualificar mão de obra para contratação na indústria do petróleo.

terça-feira, 1 de junho de 2010

Contabilidade - Assista Escrituração Contábil Digital

Palestra - Assista - Adriano Pinto.
ESTE VÍDEO É UM OFERECIMENTO DE Conselho Regional de Contabilidade (luis@crcsp.org.br)

terça-feira, 4 de maio de 2010

O Legado de Prahalad

por Felipe Meiroz

Pode-se dizer que foi o fim de uma era quando um dos maiores pensadores de gestão estratégica do mundo, que sempre considerou o Entrepreneuship como um antídoto para a pobreza mundial, faleceu na última semana de causas naturais.

Coimbatore Krishnarao Prahalad, nascido na Índia, se tornou um guru de gestão estratégica quando, no início dos anos 90, ele auxiliou a reestruturação da Philip, que estava a beira do colapso. A partir de então, suas idéias inspiraram CEO´s das maiores corporações do planeta.

É interessante analisarmos como, o também professor da universidade de Michigan, ao longo de suas publicações, foi aos poucos desenvolvendo o raciocínio de que a inovação estratégica é fundamental para a manutenção da competitividade das empresas, e a reestruturação de suas competências estratégicas essencial para o contínuo sucesso das corporações.

No seu primeiro artigo de impacto The Core Competence of the Corporation (HBR, 1990), ele define o conceito de core competence como: “O aprendizado coletivo na organização, especialmente como coordenar diversas habilidades de produção e integrar diversos tipos de tecnologia”, e mostra que liderar não é apenas “investir mais em P&D e ou verticalizar negócios”. Ele atribui a correta compreensão de competências como uma das possíveis explicações para a ascensão da NEC e o declínio da GTE, duas empresas dominantes na área de TI no período de 1980 a 1988.

Em outro artigo que se tornaria um livro, Competing for the future (HBR, 1994), ele enfatiza que o necessário para preparar uma empresa para futuro é “re-gerar as competências centrais”, através de não só otimizar a performance operacional, mas de redirecionar esforços visando “a inovação e o crescimento”.

O guru indiano insiste mais uma vez em seu artigo Strategy for Innovation and the quest for Value (HBR, 1998) que, “em um mundo descontínuo, a inovação estratégica é a chave para a criação de valor”, e isso somente se torna possível quando a corporação compreende que “a questão agora não é se você consegue redesenhar os seus processos, mas se você consegue redesenhar todo o seu modelo de negócio.”

Sua maior contribuição para a gestão inovação aberta foi, entretanto, em seu artigo “Collaborate with your competitor – and win” (1989) e em seu último livro, The new Age of Innovation (2008).

O artigo comenta as tendências da época de se formarem alianças estratégicas para o aprendizado e desenvolvimento de novas tecnologias, um dos pilares da teoria de inovação aberta, e analisa as dificuldades implícitas em tais parcerias. Formadas em altos níveis gerenciais, o problema ocorre devido ao fato de que é nas hierarquias mais baixas da corporação aonde realmente há troca de informações e know-how. O relato de sua pesquisa mostra como empresas japonesas vieram com o espírito humilde de aprendizado, e tiraram um proveito bem maior do que as suas parceiras americanas é um bom aprendizado para quem quer resolver os desafios do open innovation na prática.

Já o livro é um retrato fiel dos desafios encontrados pelas empresas atualmente: novas demandas gerenciais para o desenvolvimento de novas fontes de criação de valor. Em um mundo onde os diferenciais competitivos de outrora (trabalho, tecnologia e capital) estão perdendo importância, a criação de processos de negócio onde a estratégia está alinhada aos processos e modelos de negócio das empresas será o diferencial competitivo do futuro.

Para tal, é necessário que as empresas criem uma ambiente de co-criação com o usuário (N=1) através da utilização de recursos globais (R=G). A co-criação será essencial para que as empresas possam proporcionar experiências únicas de consumo aos seus usuários, criando assim o diferencial. Entretanto, para o desenvolvimento completo da co-criação será necessário às empresas o desenvolvimento de uma estrutura resiliente, dinâmica e flexível, aproveitando-se dos recursos globais disponíveis, de modo a conseguir a customização necessária de seus produtos.

Prahalad descreve como implementar esta nova estratégia, enfatizando a importância da empresa criar uma estrutura social que possua fortes links entre o corpo gerencial e técnico. Ele também enfatiza que o paradigma industrial está atingindo um ponto de inflexão, aonde o autor conclui que será mandatório que as empresas passem a aproveitas de novas habilidades provenientes de recursos globais para atingir seus objetivos.

Seu último livro, de maior impacto social e provavelmente sua maior contribuição para o mundo, foi The Fortune at the Bottom of the Pyramid: Eradicating Poverty through Profit (2009).

Nele se discute, através de estudos de cases, como “países que não possuem infra-estruturas ou produtos modernos para atender as necessidades humanas mais básicas são bases ideais de teste para o desenvolvimento de tecnologias ecologicamente sustentáveis e produtos para o mundo todo”, e se derruba mitos como não há talentos que queiram trabalhar nestes países, ou que os mesmos não são capazes de adquirir ou desenvolver tecnologia de ponta.

Entretanto, apesar de o autor demonstrar que a parte mais baixo da pirâmide social ser economicamente capaz de suportar corporações, sua conclusão é que “realizar negócios com os 4 bilhões de pessoas mais pobres no mundo irá demandar inovações radicais em tecnologia e modelos de negócio”.

Esperamos, como ele, que as empresas possam seguir suas idéias e atingir o seu desejo de inovarem para um mundo melhor.

Com certeza uma grande perda para o mundo dos negócios e para a Academia.

http://www.nytimes.com/2010/04/22/business/22prahalad.html

Entry Filed under: Estratégia e Inovação,Gestão da Inovação,Open innovation. .

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Lei - ficha limpa - participe

Por um Brasil melhor...calamidades como a do Rio nunca mais....Brasil BRasil BRAsil..BRASil..BRASIl..BRASILLLLLLLLLMELHORRRR

domingo, 31 de janeiro de 2010

Publicado em: 18/1/2010

Inovação aberta não é coisa voltada apenas para empresas de grande porte e grandes instituições. Trata-se de uma metodologia que pode ser aplicada em organizações dos mais diferentes tamanhos e setores. É o que afirma o co-autor do best-seller “Open Innovation: Researching a New Paradigm”, o belga Wim Vanhaverbeke, de 49 anos, em entrevista ao portal Pequenas Empresas & Grandes Negócios.

Segundo ele, ainda, a prática da inovação aberta é tão importante para os países de primeiro mundo, como Estados Unidos e grande parte das nações da Europa, quando aqueles em desenvolvimento, como Brasil e Índia, que devem buscar na colaboração a chave para o crescimento.
Fonte: Pequenas empresas grandes negócios

Gerador de Conteúdo

Comunicação, Inovação e Mídia digital.

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Menos da metade dos jovens de 15 a 17 anos está no ensino médio

19.01.2010
Amanda Cieglinski
Da Agência Brasil
Em Brasília
Menos da metade dos jovens de 15 a 17 anos está cursando o ensino médio, etapa de ensino adequada para esta faixa etária, e apenas 13% dos jovens de 18 a 24 anos frequentavam o ensino superior em 2007. Esses são alguns destaques da pesquisa Juventude e Políticas Sociais no Brasil, lançado hoje (19) pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada).

O estudo aponta que houve avanços no acesso de jovens à educação. Em 2007, 82% dos jovens de 15 a 17 anos frequentavam a escola. O problema está no atraso para concluir os estudos: apenas 48% estava no ensino médio.

Para o diretor de estudos e políticas sociais do instituto, Jorge Abrahão, a educação é vista pelos jovens como uma força positiva. "Os jovens entendem a educação como um caminho para melhorar a vida. Mas o jovem enfrenta no processo de escolarização problemas de desigualdades de oportunidades", aponta.

A cor, o nível de renda e o local onde mora o jovem interfere nas oportunidades de acesso. Em 2007, 57% dos brasileiros de 15 a 17 anos que residiam em áreas metropolitanas frequentavam o ensino médio, contra pouco menos de 31% no meio rural.

Abrahão destaca que o jovem ainda se divide entre os estudos e o mercado de trabalho e aqueles que conseguem frequentar a escola precisam lidar ainda com o problema da baixa qualidade do ensino. "A escola ainda está fundamentada em uma estrutura antiquada, o que torna para o jovem pouco atraente aquele período em que ele se mantém na escola", diz.

No ensino superior, entre 1996 e 2007, a taxa de frequência líquida cresceu 123%. Mas o percentual de jovens na faixa etária dos 18 aos 24 anos que têm acesso à etapa ainda é apenas de 13% - muito abaixo da meta de 30% estipulada para 2011 no Plano Nacional de Educação (PNE).

A renda é fator determinante para o acesso do brasileiro à universidade: a taxa de frequência daqueles que têm renda mensal per capita de cinco salários mínimos ou mais (55%) é dez vezes maior do que entre a população que ganha até meio salário mínimo (5%).

O estudo do Ipea destaca que o Brasil ainda tem 1,5 milhão de jovens analfabetos (15 a 29 anos). Segundo a pesquisa, "a manutenção do número de analfabetos no país em patamar elevado está relacionada à baixa efetividade do ensino fundamental". De acordo com dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad/IBGE) de 2007, 44,8% das pessoas analfabetas com 15 anos ou mais já haviam frequentado a escola.